Hoje veio uma parte da equipe de SETE VENTOS aqui em casa: a Thaís, minha assistente, a Raquel, operadora de som e o Clécio, operador de luz. Nossa, foi muuuito bom! A gente conversou sobre o tempo, o mundo, o Natal, ao Ano Novo, as vacas, as pessoas, a vida e um pouquinho sobre SETE VENTOS.
A vida é engraçada mesmo, né, nos unimos por um acaso. Não foi porque nos conhecemos em uma festa, não foi porque batemos um papo na praia e nem porque crescemos juntos. foi para trabalhar. Eu chamei a Thaís para trançar meu cabelo na estréia, conversamos, ela me ajudou em um monte de coisas aqui em casa, falou da vida, da filha, atendeu meus telefones, olhous seus e-mails e , de repente estava no teatro na produção. Na verdade, ela começou a falar que queria trabalhar com produção para aprender mais, mal terminou e já estava andando do camarim para o palco, montando cenário, fazendo lista de convidados, trocando idéia com a Rosangela e com a Cátia, que já eram da produção. O Clécio chegou no momento do meu desespero, quando eu pedi para o Quak uma indicação de operador. Ele foi no mesmo dia para a montagem da luz e desde então já não me preocupo mais com isso. E a Raquel foi em um e-mail despretensioso: eu disse que estava trabalhando muito, ela disse que se tivesse uma vaga que chamasse. Tinha vaga. Ela entrou e já operou som, montou luz comigo, operou luz e som, um monte de coisas. Hum.
Hoje, nessa quinta-feira de chuva, muuita chuva, estávamos todos aqui. Claro, mais uma vez foi por causa de SETE VENTOS(e que bom!)mas dessa vez, sem correira, sem cada um no seu quadrado. Demorou para cada um chegar, mas demorou também para sair e a gente ficou a tarde inteira falando da vida, vendo fotos, conversando sim sobre o espetáculo, mas de uma forma tranquila, sem hora para começar. Foi bom porque a gente conversou mais um pouco e se conheceu também.
Acho que, há uns meses atrás, nenhum de nós nos imaginaríamos ali, mas os ventos vieram nas nossas direções e nos fizeram dançar a mesma música. Bom, né? E é engraçado porque o teatro tem disso: agrega.
É bom também quando as pessoas vêm assim e quando a gente fica com vontade de ver de novo também por causa do que elas são. É ganho porque agora temos mais de um motivo para nos encontrar.
A vida tem dessas coisas: faz as mesmas pessoas surgirem várias vezes, de várias formas na nossa frente. É bom redescobrir o outro porque a gente se redescobre também.
E com toda a melação do mundo eu digo:ADORO a minha equipe. Penso que Iansã escolheu a dedo quem deveria vir e por isso eu agradeço, pois sou muito feliz.
A vida é engraçada mesmo, né, nos unimos por um acaso. Não foi porque nos conhecemos em uma festa, não foi porque batemos um papo na praia e nem porque crescemos juntos. foi para trabalhar. Eu chamei a Thaís para trançar meu cabelo na estréia, conversamos, ela me ajudou em um monte de coisas aqui em casa, falou da vida, da filha, atendeu meus telefones, olhous seus e-mails e , de repente estava no teatro na produção. Na verdade, ela começou a falar que queria trabalhar com produção para aprender mais, mal terminou e já estava andando do camarim para o palco, montando cenário, fazendo lista de convidados, trocando idéia com a Rosangela e com a Cátia, que já eram da produção. O Clécio chegou no momento do meu desespero, quando eu pedi para o Quak uma indicação de operador. Ele foi no mesmo dia para a montagem da luz e desde então já não me preocupo mais com isso. E a Raquel foi em um e-mail despretensioso: eu disse que estava trabalhando muito, ela disse que se tivesse uma vaga que chamasse. Tinha vaga. Ela entrou e já operou som, montou luz comigo, operou luz e som, um monte de coisas. Hum.
Hoje, nessa quinta-feira de chuva, muuita chuva, estávamos todos aqui. Claro, mais uma vez foi por causa de SETE VENTOS(e que bom!)mas dessa vez, sem correira, sem cada um no seu quadrado. Demorou para cada um chegar, mas demorou também para sair e a gente ficou a tarde inteira falando da vida, vendo fotos, conversando sim sobre o espetáculo, mas de uma forma tranquila, sem hora para começar. Foi bom porque a gente conversou mais um pouco e se conheceu também.
Acho que, há uns meses atrás, nenhum de nós nos imaginaríamos ali, mas os ventos vieram nas nossas direções e nos fizeram dançar a mesma música. Bom, né? E é engraçado porque o teatro tem disso: agrega.
É bom também quando as pessoas vêm assim e quando a gente fica com vontade de ver de novo também por causa do que elas são. É ganho porque agora temos mais de um motivo para nos encontrar.
A vida tem dessas coisas: faz as mesmas pessoas surgirem várias vezes, de várias formas na nossa frente. É bom redescobrir o outro porque a gente se redescobre também.
E com toda a melação do mundo eu digo:ADORO a minha equipe. Penso que Iansã escolheu a dedo quem deveria vir e por isso eu agradeço, pois sou muito feliz.
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